Anas Estrelas


Silêncio

As linhas nas minhas mãos

são pergaminhos

que não sei ler.

Um dia foram tomando meu corpo todo e me tornando subitamente um grande silêncio misterioso.

 

São cortes alongados

sulcos

riscos que me sufocam e limiam buracos que se extendem até a ponta dos pés.

 

Sou traços

(pedaços)

de uma grande história silenciosa.

 

(Meus próprios soluços transbordam sem que eu mesma os ouça)

 

Solitários no meio deste nada que sou,

meus olhos são duas pedras opacas

que navegam neste mundo tão inundado por pares de pedras opacas.

 

Sou um sumidouro de ilusões

(um depósito de grandes solidões e paixões atormentadas)

Um poço

cheio de lodo

folhas molhadas

e insetos mortos.

Eu sou um buraco, ou qualquer outra coisa igualmente silenciosa.

 

Estes caminhos nas minhas mãos são escuros e solitários.

São caminhos que percorro descalça, com meu corpo tão miseravelmente cheio de nada.




Escrito por Carol Estrela às 23h40
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Nus



Entre sonhos e desejos
Entre soluços e gracejos
Meus olhos despem a noite.
Quiseram fossem poesia
Mas são apenas olhos
Engolindo ansiosos as palavras da vida
Escorrendo horas escuras e silenciosas
Lentamente tecendo manhãs mortas
E frias...
Entre ondas e gotas
Gotas...
meus olhos são oceanos...
Entre silêncios e vazios
Meus olhos soam.
E o mundo
o mundo e o tempo
despem-nos violentamente.

Escrito por Carol Estrela às 14h05
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Porque se que de este golpe ya no voy a levantarme...



Soñé que te engañaba con una paloma blanca. Me desperté cantando y vi que tu ya no estabas. (Lila Downs)

PA'TODO EL AÑO
(José Alfredo Jiménez)

Por tu amor que tanto quiero,
y tanto extraño
que me sirvan otra copa y muchas mas
que me sirvan de una vez pa' todo el año
que me pienso seriamente enborrachar

Si te cuentan que vieron muy borracho
orgullosamente diles que es por ti
porque yo tendre el valor de no negarlo
gritare que por tu amor me estoy matando
y sabran que por tus besos me perdi

Para de hoy en adelante
ya el amor no me interesa
cantare por todo el mundo
mi dolor y mi tristeza

Porque se que de este golpe
ya no voy a levantarme
y aunque yo no lo quisiera
voy a morirme de amor...

Porque yo tendre el valor de no negarlo...

Escrito por Carol Estrela às 21h40
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Até o fim

Eu não sei viver sem ela
AMAR É TUDO
Tá impregnada, no cheiro dentro do meu
cérebro
Volta aqui
dança comigo
Quero meus cabelos caindo nos seus
quero enganar esta dor sem tamanho
dor sem reméio
dança comigo como se nada estivesse acontecendo
como se fossemos elfas
Fadas
E nossos cabelos se misturassem pra sempre.
Quero o sufoco desse colo
sufocar aquele soluço nos nossos umbigos.
Se qualquer coisa der errado
no meio desses dias cansativos...
Volta aqui... E dança comigo?
Até o fim?





Escrito por Carol Estrela às 17h31
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Sinais...

Hoje acordei com aquele desejo triste de, mais uma vez, partir. Olhei pros meus amigos, e tive, aliviada, a certeza de que continuariam seguindo seus caminhos, independente de minha permanente ausencia (sufocante, talvez: pra mim...). Quanto aos que me amam um tanto mais, provavelmente estes continuariam me amando onde quer que eu me encontrasse (e principalmente se eu me encontrasse), ou encontrariam outra pessoa que aceitasse receber seu amor condicional...
Hoje os pássaros na rua confidenciavam novos planos, na certa tramando alguma grande mudança. As janelas conspiravam, sussurrando expectativas e olhando pra mim por onde quer que eu passasse.
Tudo era sim.
Tudo era sinal.
Tudo me olhava nos olhos e dizia cristalinamente: adeus.
Aos poucos, constatei: não era o desejo de partir que me entristecia. Era essa bosta dessa maturidade feminina, que me avisava que a escolha entre uma essência e outra está chegando cada vez mais perto.



Escrito por Carol Estrela às 23h06
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Ciclo. Ou: Início. Ou: Ameaço. (Ou: Descompasso)



No claro do dia me calo e me ouço. Espero.
Suspiro, soluço e engasgo com o almoço.
Transponho a tarde. Me mostro.
E na escuridão me troco, me viro do avesso.
Sufoco esse da noite, que nem sequer mereço.
Mas caço. E acho.
E me perco, me parto em pedaços.
Explodo.
Engano o cansaço. Num salto me solto.
Invento um som, uma forma, um passo.
Percebo o espelho, me assusto com o soco.
Me despeço dos sonhos, junto os cascos.
E sei o que eu sinto: a solidão é um saco.
E sem sofrer mais que necessito,
me desamasso.


Eta vida besta, meu deus.

Ou:

E a poesia desse momento inunda minha vida inteira.

Escrito por Carol Estrela às 14h45
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Maldito o dia em que tomei aquela Vodka



Eu te desejo noites sem dormir
Te desejo olhos inchados
Te desejo o NÓ na garganta que sufoca o tempo todo em qualquer lugar
até na praia num dia de sol.
Te desejo a consciência dos sonhos mortos
Te desejo vergonha
Arrependimento
Desejo que vc nunca consiga entender como foi que de repente aquele monte de viagens
de festas, de férias, de filhos e netos, de natais e carnavais
foi parar no lixo.
Desejo que vc nunca se esqueça do futuro que poderia ter sido
Desejo a angústia de nunca mais estar lá - no futuro- pra ter a certeza.

Desejo que vc não tenha com quem conversar certas coisas
Pelomenos não por enquanto.

E por fim
Eu te desejo uma solidão corrosiva - ainda que momentânea
que nem todos os beijos e sorrisos do mundo poderiam aquietar.
A não ser que fossem meus...

Escrito por Carol Estrela às 18h11
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Apelo




Escrever é um apelo pro mundo
pra algum super herói
fada
duende
É um apelo pro Papai Noel
pro presidente
pros anjos
Pra alguém
que não esteja fazendo nada no momento
E, lendo,
aquiete a nossa solidão.

Escrito por Carol Estrela às 16h20
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Queria que existissem anjos...

E que eles estivessem olhando a gente nesse momento...

Queria que viessem nos buscar qdo chegasse a hora...
Pra quem sabe assim a gente ser livre de verdade...
Livre de medo, livre de trabalho (o trabalho não dignifica coisa nenhuma...), livre da pressão, livre do cansaço...
Quem sabe assim a gente vai poder rir mais e curtir mais e ser mais feliz.
Quem sabe assim a gente vai esquecer de ficar correndo atrás de dinheiro, do parceiro ideal, do corpo perfeito...

Queria mesmo que existissem anjos olhando por nós...
Porque eu não sei se consigo mais fazer isso sozinha...

Queria que houvessem planos superiores...

E que não houvesse castigo para os fracos que não resistem a esse em que estamos...

...
Ô saudade de uma boa gargalhada...




Escrito por Carol Estrela às 20h03
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Que os Brâhmanes reprovariam!

Fui conhecer a tal da UEMG.
Não vou dizer nada a respeito da infraestrutura ou das instalações até que eu seja aluna de lá.
Posso, entretanto, mencionar que já fiz uma inimiga no primeiro dia: a mulher da cantina.

Eu e a Carla descemos do ônibus que parava em frente ao EPA -seu supervizinho (ou será o mais perto mais barato?)- e eu sugeri que a gente entrasse pra eu comprar alguma ocisa pra comer que fosse um pouco mais barata que os salgados de preços salgados das cantinas e lanchonetes de BH. Eu tava pensando em algo tipo um pãozinho, biscoitinho de 50 centavos ou chips vagabundo, mas qdo a gente viu aquelas melancias, cor-de-rosamente suculentas, e naquele calor infernal, não deu noutra: pegamos um pedaço pra nós duas e saímos em direção à escola.
A Carla é uma pessoa boa de andar, ela costuma ter os mesmos impulsos laricais que eu, e sempre que uma tá a fim de comer alguma coisa já olha pra cara da outra e nem precisa falar nada. Uma amizade meio engordativa, eu sei, principalmente pq por onde a gente anda todo dia tem muuuito boteco, mas enfim...
O engraçado é q a gente sempre diverge nas coisas mais bestas: Copo descartável ou virar a garrafa de uma vez? Comer antes ou depois( rsss...)? Dois amendoins de 50 ou um de 1 real? E nesse caso não podia ser diferente: ela queria que a gente pedisse pro moço do EPA partir a melandia em dois pedaços pra gente comer lá mesmo (ou andando, sei lá). Eu queria sentar na cantina da escola e pedir um prato e uma faca e comer feliz sem fazer aquela lambança de melancia (muito pior que fiapinho de manga no dente ou semente de goiaba).
OK, dessa vez eu ganhei, e fomos pra UEMG, carregando nossa melancia na sacola. Chegando lá entramos na sala de contrabaixo e a Carla me encarregou de ir na cantina pedir garfo e faca ( e eu nem imaginava pq ela não ia no lugar, já q é ela q estuda lá.) Qdo cheguei na cantina, me carreguei de toda a simpatia que pude encontrar no meu coração rabugento e pedi pra moça gordinha atrás do balcão "Olá! Será q vc poderia me emprestar um garfo e uma faca por favor? devolvo num minutinho!". De repente a moça gordinha se transformou numa gorda mal humorada antipática mal comida e com cara de bunda, que estendeu as mãos e pegou um garfo e uma faca cheios de comida e me entregou. Fiquei perplexa olhando pra cara daquela doente mental, até q ela deve ter ficado com vergonha, pegou os talheres da minha mão, abriu a torneira, deixou eles embaixo dágua por dois segundos, fechou e me devolveu. Eu nem conseguia acreditar. Ainda tinha uns pedaços de algo que devia ser um pure de batata ou(eram 5 horas da tarde) ou qq outra gororoba branca que aquela cantina deve servir durante o dia. Eu estava perplexa. OK, vai ver ela tinha passado a noite em claro arquitetando alguma forma de ter o corpo da Daniela Cicareli sem fazer exercícios antes do verão. Vai ver ela tava de piriri naquele dia, ou quem sabe com gases, vai ver uma dor de dente. Vai ver el teve algum trauma de infância com alguma menina de blusa rosa pedindo talheres emprestados e enfiando na barriga dela. Vai ver ela foi despedida por tratar todas as pessoas mal e ninguém gostar dela. vai ver ela nunca tinha conseguido ter amigos. Vai ver alguém tava doente, alguém tinha morrido na família dela. Vai ver tinha acabado de chegar da depilação e ainda por cima tava menstruada.
E eu, tomada pelo meu vasto senso de compreensão, sorri e disse um "obrigada" amarelo, com os talheres na mão. nessa hora apareceu o Bidu, um colega meu do meu lado, e no mesmo instante eu perguntei pra ele sem tirar os olhos dela e nem tirar o sorriso da cara onde é que ficava o banheiro mais próximo.
Lógico q eu fiquei dez horas lavando cada talher com detergente antes de ir pra sala e devorar a melancia em questão de segundos com a Carla. Jogamos acasca fora e eu estava decidida a não devolver os talheres pra mulher da cantina e ir ebora ou dar prum mendigo, até que, automaticamente, enquanto andava, meus dedos e minhas mãos criaram autonomia em relação ao meu sistema nervoso central e enfiaram com toda vontade o garfo e a faca no primeiro vaso de terra no corredor (as plantas não deviam ser agoadas há 30 anos). Foi completamente involuntário! Juro que estou morrendo de vergonha pela minha atitude nesse exato momento. Peguei os talheres e devolvi- não sem a mesma simpatia habitual- para a moça gordinha da cantina e fui embora do recinto o mais rápido possível.
Não quero pensar nas consequencias que esse meu gesto de extrema maturidade trouxe ao próximo usuário dos talheres, e muito menos pensar na terra ou pimenta que ela vai jogar no meu café pelos próximos 4 anos (vou ter que me acostumar a tomar suco de laranja com CUSPE HUMANO se quiser me alimentar dentro da escola daqui pra frente).
Aliás, proponho que esqueçamos agora essa história de uma vez por todas. isto nunca aconteceu.

Vida nova!!!

Vida nova...

Escrito por Carol Estrela às 21h20
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Planejamento estratégico

Eu tava hj de manhã dentro de um lugar cheio de fundações, orçamentos participativos, leis ordinárias, lucros, dividendos, superávits, incentivos fiscais...
Enquanto isso observava pela janela o lado de fora, onde estava todo o sentimento do mundo...
Pensando nisso, elaborei meu plano de vida (ou coisas que PRECISO FAZER antes de morrer):
- Ir mais vezes à Serra da Piedade;
- Ir beeem mais vezes à praia;
- Mudar pra melhor os dias e a vida das pessoas que eu gosto, nem que seja um tiquinho só;
- Compor músicas bonitas que alimentem -pq não- sonhos e amores;
- Invadir ao menos uma vez a sede do Banco central e protestar contra a política de juros;
- Realizar um assalto milionário, a algum trem carregado de ouro;
- Plantar duas árvores;
- Gastar horas na rede entre elas;
- Escrever um livro;
- ou uma bem conceituada série em quadrinhos, dessas refinadas e bem humoradas críticas sociais;
- Viajar pelo menos uma vez de balão ou dirigível;
- Ajudar pessoas na África (é sério);
- Investir em ações;
- Ajudar animais massacrados cruelmente pelo nosso sistema covarde de exploração;
- Aprender a fazer um jantar sofisticado;
- Conhecer pelo menos um índio verdadeiro;
- Organizar uma guerrilha;
- Fazer um documentário sobre civilizações antigas;
- Construir um mosaico gigante na minha casa;
- Construir uma escola de artes para crianças talentosas sem oportunidades;
- Descer de rapel do último andar da faculdade de Direito;
- Mergulhar com os tubarões nas bahamas (e obviamente não ser atacada);
- Renovar periodicamente meus planos de vida.


Escrito por Carol Estrela às 10h47
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Tomar cuidado com:



- Pessoas invejosas e/ou sanguessugas
- Professores de Direito Processual civil e/ou Títulos de Crédito
- Paranóias relacionadas à falsidade/franqueza comigo das pessoas de quem eu gosto
- Chocolates generosamente recheados com avelãs
- Aranhas marrons escondidas atrás das coisas da minha casa
- Olhos azuis (daqueles que nem sequer têm consciência de não serem castanhos...)
- Revelações excessivamente afobadas acerca dos meus sentimentos
- Raios UVA e UVB
- Micose na academia
- Cocô de Poodle e/ou Yorkshire no passeio
- Blusas transparentes
- Olhares indiscretos e altamente comprometedores
- Perfume Malbec
- Nomes trocados
- Listas de presença- surpresa
- Relacionamentos mal e/ou "mau" resolvidos
- Quintas paralelas teimosas
- Buracos nos bolsos da calça
- Conversas daquelas que fazem livros serem esquecidos em bancos e/ou muros
- Arlequins
- Poesias e/ou músicas que insistem em ficar na cabeça...



Escrito por Carol Estrela às 22h59
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Segunda Feira Insana



Eu vou ser assassinada um dia ou já cheguei ao ápice da minha neurose?

Não me amem!
Não me desejem!
Não me esperem!
Não me ajudem!
Não me telefonem!
Não me busquem!
Não me beijem!
Não me escrevam!
Mas POR FAVOR,
Me comprem!!!



Escrito por Carol Estrela às 17h02
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Coisas em que pensei ao Estudar Dir. Processual Civil II- Execução

Em formato “Corente-no-estilo-você-pode-ser-feliz-alguém-se-preocupa-com-você-!”:



Que o mundo é muito maior que o STF, que nem tudo depende dos princípios categóricos, ou dos princípios normativos, ou das considerações dos doutores da Lei.
Que os seres humanos podem ser bons algumas vezes, se corrompendo pela sociedade, que aliás deve ter sido criada pelos golfinhos...
Que os seres humanos podem ser lobos uns dos outros outras vezes.
Que os seres humanos continuam sendo seres humanos, independente de alguns seres humanos como Aristóteles, ou Rousseau, ou Freud terem tentado conceituá-los.
Que as pessoas não são robôs programáveis pelas Leis.
Que cada um vive a vida do jeito que quer e ninguém sabe exatamente como o outro deveria viver a vida dele, porque ninguém sabe exatamente nem como viver a própria vida.
Que não adianta ter publicado compêndios sobre determinados assuntos sem nunca ter esboçado alguma poesia nos cadernos de escola.
Que mesmo as pessoas mais ricas e bem-sucedidas correm o risco de viver pra trabalhar de dia pra comer de noite. Só que em vez de comer pão e sopa elas vão comer caviar e champanhe.
Que as palavras mais poderosas e mais bonitas nem sempre são as mais difíceis de usar e aprender.
Na verdade, as palavras mais bonitas e poderosas costumam ser sempre as mais fáceis de usar e aprender.
Que todo mundo ama, todo mundo chora, todo mundo vai ao banheiro, todo mundo tem raiva, todo mundo tem dúvida, todo mundo já teve inveja, todo mundo queria ser e/ou namorar Daniela Cicarelli.
Exceto os que são/acham Graça na Marília Gabriela, por exemplo, e deixam muita gente se perguntando o porque de nem todo mundo querer as mesmas coisas da vida.
Que quem nunca se apaixonou na vida não tem o mínimo direito de dizer uma palavra sequer sobre os bêbados da cidade.
Que há vida inteligente onde menos se espera.
E vida muito burra onde se recebem os melhores salários.
Que a vida podia ser muito mais doce, mas também podia ser muito mais salgada.
E que mesmo assim tem gente que prefere as coisas amargas e azedas da vida.
Vai entender... Também tem gente que prefere a Marília Gabriela do que a Cicarelli, e a gente mal sabe como essas pessoas podem ser mais felizes que a gente que é igual a todo mundo...
Que o mundo não vai esperar você se recuperar, que ninguém quer saber se vc está mal, que seus colegas Nerds serão seus chefes... Mas que mesmo assim, a vida é muito, muito maior que o mundo. E mesmo o mundo é muito, muito maior do que o mercado de trabalho. (E do que o STF, como eu já havia dito antes)
Que as borboletas do Afeganistão, por exemplo, não estão nem aí se você ganhou o Prêmio Rio Branco. Aliás, nem mesmo as borboletas do Brasil se dão conta do que seja um prêmio Rio Branco- e ainda assim elas parecem bem felizes quando aparecem voando por aí.
Que existe vida após o suicídio acadêmico.
Ah, eu podia virar a noite escrevendo essas pequenas coisinhas assim, mas todos nós temos muito mais o que fazer –eu, por exemplo, tenho prova do Galdino Terça à noite...

Alguns de vcs já devem saber disso e de muitas outras coisas, né?

Abraços e boa semana - rumo ao HEXA!!!! (rs...)


Escrito por Carol Estrela às 18h02
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Eu




Meu deus, qto tempo eu gastei fazendo isso???

Freud explica...

Escrito por Carol Estrela às 14h42
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