Anas Estrelas


Quinta feira: FERIADO

Hj?

Hj foi aniversário do Simpa, ele me ligou mas eu não conseguia falar pq tava muito rouca e com dor d garganta.
Voltei a dormir.
Não.
Tomei remédio.
E voltei a dormir.
Depois acordei.
Comi.
E voltei a dormir.
Sonhei com um monte de coisa.
Ia ser tão legal se todo mundo com quem eu sonhei tb tivesse tido o mesmo sonho...

Recomendação do dia: Cósmicas, a peça de formatura dos Alunos od curso profissionalizante do Cefar. É uma adaptação do Barão nas Árvores, do Ítalo Calvino.
E depois de tudo ainda tem gente que vem me perguntar o que significa ser "Cosmo"...

Pensei em mil coisas especiais e me lembrei do menino Maluquinho.

Decisão do dia: Comprar um negocinho de fazer bolhas de sabão. E andar todos os dias com ele na bolsa. Amo bolhas de sabão.


Tarde da noite fui mexer nos livros da mamãe e achei o Barão nas Árvores. No meio do livro tinha um papelzinho marcando uma página. Abri o papelzinho e era um desenho do menino maluquinho.
Chorei por causa disso. E deixei o papel nno mesmo lugar. Qdo eu chegar na tal página, tenho certeza d q vou ter alguma reação, o q é muito bom.

Tb achei a história do salteador de estradas, q eu lia qdo criança e tava morrendo de saudade. Eu lia sabendo q ele falava d coisas q eu ainda viria a entender melhor. Realmente. Entendi mesmo.



Lu, fui atrás daquele balão de novo, mas ele não estava mais no mesmo lugar. Como eu faço pra encontrá-lo?

Escrito por Carol Estrela às 17h15
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Quarta-Feira, 07 de Dezembro de 2005. Dia Insano. DOIS POSTS.

Meus olhos se abriram e de repente ela estava lá. A minha mãe, no meu quarto, me perguntando onde era minha prova. Mentira. Eu na verdade não faço a mínima idéia do que diabos ela estava perguntando. E já ia me virar pro outro lado e dormir de novo na minha cama ultra aconchegante e cheia de almofadas e cobertores, quando finalmente caiu a ficha. Nossa, era hj q eu tinha a prova de Comercial do Brina valendo 40 ptos, logo no 1º horário. A 1ª, valendo 30, havia sido um fracasso, e eu tinha chegado quarenta minutos atrasada pra fazer. Nessa, me prometi que ia ser diferente. Não que eu tenha estudado, mas ao menos ia chegar na hora certa pra dar tempo de acertar mais questões. Tomei meu banho e tomei café sem pressa. Hora ou outra eu me deparava com alguma grande folha escrita com hidrocor colorido: “PELAMORDEDEUS, ME ACORDEM, HJ, QUARTA FEIRA, ÀS 6:30, TENHO Q FAZER UMA PROVA MUIOT IMPORTANTE!! OBRIGADA, CAROLINA”, que eu tinha espalhado na madrugada anterior por pontos estratégicos da casa. OK. O maldito desgraçado ônibus atrasou e eu acabei chegando meia hora atrasada pra prova de novo. Fui resolvendo as questões e até nem achei tão difícil... Das 25 consegui acertar 10 com certeza, o q é uma média excelente pra uma prova como a do Brina, que mais parece concurso de velocidade de cópia do livro (a prova é com consulta). OK Entreguei a prova e saí. Acontece tb que eu sumi nas últimas... sei lá... 8 aulas de francês. Perdi prova e tudo mais, nem ia adiantar nada, caso perdido. Mas ,graças a Deus, na semana passada eu fui deitar por alguns segundos na Hemácia em frente ao café Humberto Mauro e encontrei com o anjo do Wellington, meu professor de francês. Nossa, ele é um anjo mesmo. No dia ele tava com uma mulher muito bonita e eu falei come ele da minha situação. Ele deixou eu fazer 2ª chamada. Ele é lindo. OK. A prova d francês era às 11 e ainda eram 9:40. Ótimo, assim dava tempo de eu voltar ao bom e velho Colégio Marista Dom Silvério, pedir uma declaração de que eu fui da Banda Marista por 4 anos, pra eu inserir no meu currículo q eu tinha q mandar pra Brasília. E lá vamos nós. Cheguei lá e vi o Wanderley, prof.. de matemática do 2º ano, q sempre foi muito especial pra mim. Na portaria, ganhei um crachá de visitante do Marista Mall. Fui em direção ao depto. Responsável por essas coisas de cultura pra pedir o certificado. A Diretora é a Cristina Tolentino. Mas ela tava no meio duma reunião e pediu pra eu passar lá mais tarde. OK, ponto adiado. Agora eu tinha q correr para o Francês, lá no campus, na sala dos professores. Como eu estava morrendo de saudades de sentir o gostinho de burlar as leis do colégio bem no nariz de todo mundo, eu saí por outra portaria e roubei o crachá de visitante. Na saída vi o Monego, que sempre me ajudou a encontrar as coisas que eu perdia na escola, a Tia Ivana e a Tia patrícia. Parêntese: A Tia Ivana era a professora de ed. Física da 1ª série. Ela era linda e é linda até hj. Eram ela e o Tio André. Q saudade, nem deu pra abraçar, nem nada. A Tia Patrícia era de Artes, tb do primário. Era pra eu adorar ela tb, não fosse um pequeno trauma. Uma vez, na aula de artes, ela falou alguma coisa sobre deus, depois da oração. Todos nós respondemos alguma outra coisa besta sem sentido, que a gente provavelmente tinha decorado pra dizer depois da oração. Aí eu chamei atenção de uma colega e mostrei pra ela meus dedos cruzados. A professora não viu o q era, viu errado, achou q eu tava fazendo gestos obscenos. Me mandou pra coordenação. E a filha da puta da coleguinha- agora q eu pensei nisso- nem pra me defender dizendo q eu só tava cruzando os dedos e não fazendo gesto obsceno, como havia visto a professora.” OK. Pra isso serve a psicanálise. Passei na Araújo. Comprei um Doritos Vermelho de 110g, ou 500 Kcal. E fui comendo no caminho do ponto de ônibus, lambendo de vez em quando os dedos vermelhos e fedorentos de tanto Glutamato monossódico sabor queijo Nacho. Peguei o ônibus e cheguei no campus só 18, 20 min. Atrasada. Corri até a cantina pra comprar um Clorets e disfarçar o cheiro de Doritos q eu tava. E eis que encontro ninguém menos que a digníssima Andréa Garavello. Nossa, ela foi superlegal, como sempre, perguntou da minha vida, falou bem de mim pra todos q estavam na mesa com ela... E eu amo a Andréa, considero ela uma pessoa realmente especial e importante pra mim. Mas naquela hora eu só conseguia pensar nos quilos d coisas q eu carregava, nos prazos, nos atrasos, no Código Comercial pesadíssimo, no Saxofone, etc, etc. Droga, nem me lembrei de pegar o telefone novo dela. OK, peguei o elevador. O Wellington disse q achava q eu não ia mais aparecer. Nossa, ele é um anjo, ele é lindo mesmo. OK. Fiz a prova, demorei quase duas horas. Coitado, atrasei o almoço dele e tudo mais. A parte oral foi terrível, morro de vergonha de falar outra língua com alguém que entende português. Mas ele me perdoou e eu passei em francês. OK. Nem me despedi dele. Fui olhar não sei o q no Cenex e vi q a minha nota d italiano tb estava lá. 75!!! Mas como?? De tudo eu só fiz a 2ª prova? Será q a Cristina fez regra d 3?? Será q ela tb é um anjo??? Ela tb é linda, meu deus, ela parece uma bonequinha. Na saída da FALE, encontrei a Helena, colega de Italiano. Ela disse pra eu correr no Cenex de novo e pedir sei lá o q (não importa). Fui andando pra secretaria do Cenex. Qdo vejo, um homem estava me expulsando da sala de alta tensão, onde eu havia entrado por engano. Péssima essa. Já pensou se eu morro hj???



Categoria: diário
Escrito por Carol Estrela às 13h29
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Continuação...

OK. Peguei o ônibus. Lá encontrei outras duas colegas do Italiano, por acaso. Todas perguntaram pq foi q eu sumi e me ajudaram a descobrir se eu passei ou não. Além disso, nesse ônibus, tinha Um Paraense chamado Marcos Valério(hihihi), que tinha tentado mestrado em história. Eu ainda não sabia disso, só fiquei sabendo qdo ele se apresentou e puxou papo comigo. Nem fui simpática nem nada, só pensava nos prazos do dia. Ele perguntou o q eu fazia da vida e eu falei a meeeesma ladainha d sempre, q eu faço direito e não gosto, e q eu estudo música. Aí ele, coitado, tentou fazer comentários sobre a carreia jurídica, mas logo percebeu q eu não me interessava pelo assunto. Assim q eu comecei a ficar com dor no pescoço d tanto ficar virada pra trás, pro Marcos Valério (hihihii), chegou a mãe do Yuri e se sentou ao meu lado, com o pequeno Yuri no colo. Meu deus, como ele é lindo!! Lindo lindo! Viajei nele pegando no sono... Aaah, neném... Outro ritmo, outras cores, outros sinais... Ah,q delícia... Acho q vou arrumar um pra mim.A mãe do Yuri falou sobre ele, sobre a vó dele, e, ao pergunatr o q eu fazia... Fez comentários sobre a carreira jurídica, repetindo perguntas idênticas às q o Marcos Valério (hihihi) tinha acabado d falar. OK, desci do ônibus. Marcos Valério (hihihi) ia pra mesma direção q eu. Legal, ele é muito simpático. Os Paraenses estão com um ibope altíssimo comigo. Assim como o Ygor e o Bruno, de Belém, e o Juninho, esse cara tb se mostrou muuito bacana. OK. Passei no palácio pra deixar meu saxofone escondido embaixo do piano da sala 8. Pra não carregar tanto peso até o ensaio da orquestra jovem. Saí e fui pra médica. A médica disse q tava tudo normal no meu cérebro, q eu não tinha tumor nem nada. Disse q é só DDA mesmo e me falou pra tomar um remedinho. OK. Peguei um ônibus e corri em direção ao Marista. Não, a declaração não tava pronta e a Cristina tava almoçando. Desisti d coloca-la no currículo, pq eram 15:30, eu tinha ensaio da orquestra jovem de 4 as 6 e tinha q postar o currículo ainda hj pro 28º Curso Internacional de Música em Brasília. Corri até a rua Antônio da Albuquerque, onde o Rúbio- Rúbio é meu professor de saxofone- disse q estaria. Eu nunca passo por essa rua. OK. Ele assinou a crta de recomendação que o Curso de Brasília exige. Ainda bem q eu tinha imprimido duas, pq dei a outra por engando à Nath, pensando q era a declaração dela do Cefar (ela tb quer ir à Brasília). Foi mal aí, Nath... Fui pros Correios. Demorou basicamente uma hora, entre mil burocracias dignas de Vogons legítimos. Pronto. Mandei. Se não me quiserem... Eu explodo a BEM!! Corri pro ensaio da Orquestra Jovem. Só pra escutar o maestro Gustavo dizer q eu tava dispensada, q a peça q eu vou tocar já tinha acabado d ser passada. Droga. OK. Próximo passo: Pegar as tralhas todas e voltar pra casa de ônibus, tomar banho e ir ao show doEnzo favata & Daniele Di Bonaventura, No teatro Alterosa. O filho da puta do ônibus demorou de 18h às 19:30. Cheguei em casa 20:15, tomei banho correndo e tive q ligar prum Táxi pra não perder o show. Bosta. Fico puta qdo tenho q pagar Táxi. Puta. Cheguei lá. Tavam esgotados os ingessos. Tinha q pegar senha, convite reserva da senha, essas coisas q acontecem em todos os espetáculos d qq coisa no Brasil. Do meu lado, na fila, tinha um carinha sozinho tb. E sem ingresso. Nem senha. Ele era uma gracinha, adorei conhecer, pena q não conversamos mais. Ainda, né? Conseguimos entrar e sentamos lá no fundão. O show foi lindo, lindo lindo. O Limão tava na Bateria. Ele cortou o cabelo, prefiro o cabelinho antigo, mas blz. Terminado o lindo e maravilhoso show, perguntei o nome do carinha q tava comigo. Ele se chama Pascoal, igual o Pascoal Meirelles. Engraçado, durante o show, algumas vezes, eu tentei adivinhar o nome dele. Pensei num monte, mas não pensei em Pascoal. Ele perguntou se eu queria fazer alguma coisa, mas eu fiquei sem graça, acho q talvez ele tb tenha ficado. Falei q não dava, e a gente se despediu. Assim, sem trocar telefone, sem trocar orkut, sem trocar nada.Fui lá pra porta, onde vi o Cleber Alves,q tb achou o show lindo. E o Rodrigo, q hj faz psicologia e q é super gente boa. Ele tava com o Fabrício, a Nadia e a Natália, q são amigos dele q eu fiquei conhecendo na hora. Eles tavam indo tomar uma rodada de shop de graça no Arrumação (aquele do Saulo Laranjeira, na gente do Teatro Alterosa.). Fui e bebi. Depois ficamos procurando lugar pra comer, e acabamos na Pizza SIM, lá na Savassi.. Lá eu encontrei o gatinho Fernando Guima, q falou q vai fazer festa daqui ha pouco. Quero ir. Comemos a pizza gordurenta- e deliciosa, por sinal. Depois a Carol me ligou dizendo q tava tendo festa na casa do Clésio. Fomos pra lá. No caminho, me aparece u Ludovacqua com um amigo, carregando seus malabares. Eu tava com o pano na cabeça eu duas pessoas me chamaram de cigana na rua. Hm. Eu adoro o Ludovacqua. No Clésio, tomei uma Cerveja, e fiquei pingando de sono. Mas foi bom, pq matei a saudade q eu tava do Bregalda da Gabi do Paulo do Daniel e do Clésio. Cheguei em casa depois d chorar e chorar com a Carol q eu tava morta d sono, q eu tinha q dormir, q eu não tava me agüentando em pé... Ele me trouxe em casa. E cá estou, há quase duas horas na frente do PC. Escutando Cazuza.



Categoria: diário
Escrito por Carol Estrela às 13h28
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